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Edição de vídeos para passar o tempo

Eu sempre fugi de edição de vídeo por achar que me faria passar (ainda) mais tempo na frente do computador. Tanto que só mandei alguma coisa para o YouTube no final do ano passado, quando descobri um aplicativo para celular chamado Scoompa Video – muito fácil de utilizar!

Mas como estamos em tempo de quarentena, resolvi experimentar algum editor para PC mesmo. Comecei procurando opções de software livre e logo encontrei o OpenShot Video Editor. A descrição falava sobre a utilização de camadas, algo que é utilizado em edição de imagens – e praticamente o único recurso avançado que eu conheço!

Consegui editar o vídeo do passeio Caminho das Pontes 2012, com 6 min de duração, que basicamente foi a junção de todos os vídeos disponíveis. Apenas dividi um trecho em dois e adicionei uma moldura nos dois trechos com baixa resolução. Utilizei um título no começo, que encaixou muito bem com o momento em que a câmera virou da ponte para o rio, e outro no final, em tela cheia, com os agradecimentos.

Depois fiz uma compilação de tombos, disponíveis em vídeos do YouTube e do Vimeo, para misturar com o famoso “meme do caixão” que estava bombando na internet. Ficou bem legal! Interessante as possibilidades que surgem após vencer a barreira inicial de desconhecimento da ferramenta.

Pena que estou sem material original novo, mas aguardo ansioso os próximos passeios para fazer os registros cinematográficos! 🎥

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Caminho das Pontes 2012

Depois de oito anos eu parei para editar os vídeos desse passeio antológico! Tá no YouTube. Na verdade, não havia muitos arquivos de vídeo. Juntando tudo deu 5 min. Praticamente foi tudo para o vídeo final.

As fotos que eu demorei muito para organizar. Na época o pessoal carregava câmeras fotográficas e a quantidade de “chapas” era grande. Ano passado eu escolhi algumas e juntei no relato do passeio.

Acrescento aqui algumas palavras do presidente Túlio postadas no fórum do Clube XT600 à época do passeio:

Galera Xteísta só posso dizer uma coisa: Foi bom demais
Sete guerreiros, sete motos, muita lama, tensão, escorregão, aceleração, mas seguimos em diante… Cada um dentro de seu capacete, cada um com seus medos e anseios… Cada um com seus próprios pensamentos…
Mas eramos apenas um, cúmplices por opção, unidos por um ideal.. um pelo outro, todos por um…
Eramos um bloco, que avançamos aos trancos e barrancos, mas unidos…
O que me dá força, é saber que tenho um irmão do meu lado, pronto para me ajudar, me segurar, me levantar…. Demais!!!
Nestes momentos a amizade cresce de modo exponencial, mesmo sem dizer uma palavra, a nossa admiração pelo outro cresce…
Amigos, só posso dizer uma palavra: Obrigado!!

Realmente a parceria fez toda a diferença nesse passeio! Não sei se consegui retribuir a esses colegas que estavam juntos em 2012, mas de lá para cá dei apoio a muitos novatos no off road. E espero ajudar muitos mais!

Abraços, Linhares

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Moto Passeio

Marco sudeste da Missão Cruls

Este passeio aconteceu no dia 21 de janeiro de 2017. Saímos em busca do segundo marco da Missão Cruls. O primeiro foi encontrado em Abadiânia Velha, conforme relato de maio de 2016.

O ponto de encontro foi a padaria Doce Pão, no Jardim Botânico. Seguimos por asfalto sentido Unaí até o Posto Sobral da BR-251, logo após a divisa DF/GO.

Pilotos prontos!

Saímos do posto por uma estrada de terra que vai até a GO-010 cruzando por dentro de lavouras. Chegando no asfalto, dobramos à esquerda e voltamos para a BR-251. Alguns metros à frente cruzamos a pista e entramos na estrada de terra que leva ao marco SE. Na verdade a estrada termina antes do ponto projetado como possível local do marco. Deixamos as motos e seguimos a pé.

Caminhando até o marco

Após caminhada de 1 km no sol, resolvemos voltar e perguntar na sede da fazenda. Assuntando por lá, o sr. José Martins confirmou que o marco existia e nos sugeriu procurar o sr. José Maria em outra fazenda próxima. Essa fazenda possuía portão com cadeado, mas que não estava trancado. Avançamos até a sede da fazenda e o sr. José Maria estava reticente em nos informar o local. Disse que só com ordem do patrão e que, no entanto, não poderíamos procurar o patrão porque quando ele está trabalhando não recebe ninguém e que a gente nem tinha autorização para entrar na fazenda! Expliquei que nós fomos até a sede justamente para pedir autorização e que a nossa intenção era apenas de tirar fotos.

Outro funcionário que estava no local começou a passar, em voz baixa, umas dicas para o Ulisses. Parece que sr. José Maria gostou a ideia e começou a sussurrar: “olha, vai pela outra fazenda ali do lado, que está alugada, não vai por essa aqui, não, e segue a cerca entre o pasto e a soja até o final. Depois vocês entram no pasto da esquerda e logo verão uma árvore torta. É lá!”

Agradecemos todo o apoio recebido e seguimos para a outra fazenda. Na verdade era exatamente o local por onde fizemos a caminhada, mas acontece que meu ponto estava marcado 500 m fora da posição correta. Ou seja, precisamos caminhar mais 1,5 km ( e voltar!).
Enfim, localizamos o marco SE da expedição Cruls que, aliás, estava muito bem conservado! Tiramos fotos, comemos maçãs e laranjas fornecidas pelo presidente Wil e tomamos o rumo de casa!

Abraços, Linhares