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Edição de vídeos para passar o tempo

Eu sempre fugi de edição de vídeo por achar que me faria passar (ainda) mais tempo na frente do computador. Tanto que só mandei alguma coisa para o YouTube no final do ano passado, quando descobri um aplicativo para celular chamado Scoompa Video – muito fácil de utilizar!

Mas como estamos em tempo de quarentena, resolvi experimentar algum editor para PC mesmo. Comecei procurando opções de software livre e logo encontrei o OpenShot Video Editor. A descrição falava sobre a utilização de camadas, algo que é utilizado em edição de imagens – e praticamente o único recurso avançado que eu conheço!

Consegui editar o vídeo do passeio Caminho das Pontes 2012, com 6 min de duração, que basicamente foi a junção de todos os vídeos disponíveis. Apenas dividi um trecho em dois e adicionei uma moldura nos dois trechos com baixa resolução. Utilizei um título no começo, que encaixou muito bem com o momento em que a câmera virou da ponte para o rio, e outro no final, em tela cheia, com os agradecimentos.

Depois fiz uma compilação de tombos, disponíveis em vídeos do YouTube e do Vimeo, para misturar com o famoso “meme do caixão” que estava bombando na internet. Ficou bem legal! Interessante as possibilidades que surgem após vencer a barreira inicial de desconhecimento da ferramenta.

Pena que estou sem material original novo, mas aguardo ansioso os próximos passeios para fazer os registros cinematográficos! 🎥

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Corumbá e um pouco de história

No sábado, dia 26 de outubro de 2019, rolou passeio de moto seguido de evento histórico em Corumbá de Goiás. O passeio foi na companhia do parceiro Amilton Cavalcante (Instagram) e o evento foi por conta do projeto Caminhamentos da Missão Cruls (Portal Cerratense).

Eu costumo aproveitar os passeios solo ou com poucos participantes para conferir trechos do mapa. Desta vez, o objetivo era conferir um caminho entre o povoado de Olhos d’Água e a BR-060, desviando do pedágio.

Começamos o rolê em Samambaia e tocamos para Santo Antônio do Descoberto por um trecho de terra ao norte da DF-280, já conhecido de outros passeios.

Fizemos uma trilha de leve para subir um morro e ter uma visão panorâmica da cidade (inclusive atrapalhamos algumas pessoas que estavam orando no monte).

Morro da Caesb em Santo Antônio do Descoberto

Atravessamos a cidade e entramos à esquerda na estrada que acompanha o duto enterrado da Transpetro até o Rio Areias (o duto continua até a cidade de São Paulo).

Passamos ao norte da cidade de Alexânia e entramos no trecho não explorado. Em determinado ponto havia uma porteira fechada com uma placa “proibido prática de ciclismo. Não insista!”.

Ainda tentamos um outro caminho mais ao sul, mas sem sucesso. Descemos, então para a BR-060 e fomos por asfalto até o ponto onde o trajeto encontra a rodovia. Resolvemos voltar um pouco no trajeto planejado apenas por curiosidade. Passamos por algumas porteiras que não estavam trancadas, mas eventualmente decidimos tocar para Corumbá.

Salto Corumbá

Passamos por uma grande ponte na confluência dos rios Corumbá e do Ouro e seguimos por uma agradável estrada de terra até alcançar a GO-225 no trecho novo com asfalto, próximo da cidade de Corumbá.

Ficamos de papo num quiosque perto do Salto Corumbá até que passou uma comitiva de jipes do Jiminy Club de Brasília. Eles seguiam para o evento da Missão Cruls na cidade. Fui atrás deles enquanto meu parceiro seguiu para dar umas voltas próximo de Cocalzinho.

Historiadores caracterizados com roupas do século XIX

Encontrei com meus amigos historiadores que se apressavam para vestir suas roupas de época antes que começasse a chuva. Eles fazem caminhadas pelas cidades históricas em memória à Comissão Exploradora do Planalto Central, liderada por Luis Cruls.

Mal começou o evento e o céu desabou! A turma precisou sair correndo e se abrigar na igreja. Eu me protegi no posto de gasolina junto com a moto. Passado o temporal, peguei a estrada de volta para Brasília. O céu continuava fechado, mas só voltei a pegar chuva dentro do Distrito Federal. Por mensagem, meu parceiro informou que também chegou molhado em sua casa. Faz parte!

Abraços, Linhares

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Relatos anteriores ao blog

Eu havia escrito cerca de vinte relatos de passeios de moto realizados entre os anos de 2012 e 2020. Eles estão disponíveis numa parte separada do site (relatos).

Nota: Nem todos passeios foram registrados. Vou fazer um resumo da minha “carreira” de piloto off road em próximas postagens (risos).

Originalmente esses relatos foram publicados no fórum do Clube XT600, no fórum do ADVrider ou no site Viagem de Moto. Eu copiei os textos ao longo do ano de 2019 e começo de 2020. Inclusive escrevi os dois últimos já no formato padronizado.

Agora, espero que esta ferramenta de blog facilite novas publicações e forneça alguns recursos básicos: comentários e feed rss (que permite saber de novas postagens). Segue abaixo de índice de passeios agrupados por região:

Volta ao QuadradoEdições de 2017, 2018 e 2019
Caminho das Pontesde V-Strom em 2012
Iaciara 2014
Passeio do Comandante 2016
Oeste do DF Goiás Velho 2015
Cruls SW 2016
Goianésia 2017
Lago Corumbá
Sul do DF
VianOFF 2015
Paracatu 2016
Trilho do Trem 2017
Leste do DFGrande Sertão Veredas 2019
Unaí 2017
Serra do Maranhão
Norte do DF
reSertoes 2019
Ponte Q Caiu 2016
Padre Bernardo 2015
TrilhaRiachinho 2020
Quintal de casa 2016
Chapada Imperial 2015
Viagem Estrada Real 2015

Abraços, Linhares

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Começando um blog em 2020

Olá, mundo!

Por que eu resolvi começar um blog à esta altura do campeonato?

Porque eu gosto de escrever. Simplesmente por isso. Claro que há uma história e um contexto, então segue a resenha:

Tudo começou há pouco mais de dez anos no fórum do Clube XT600. Na época os fóruns eram o principal ponto de encontro virtual que existia. Ali era o lugar onde as pessoas trocavam mensagens, postavam fotos e publicavam relatos de viagem.

Eu comecei a participar no intuito de fazer amizade com outras pessoas que gostavam de moto. Achava muito bacana alguém fazer um convite aberto para um passeio de fim de semana sem se importar com quem fosse aparecer. Claro que a temática do fórum atraía principalmente proprietários da marca Yamaha e suas famosas motos de aventura, mas havia todo tipo de gente ali. E, por sorte, era do melhor tipo: pessoas de bem com a vida que gostavam de compartilhar um hobby.

Aprendi a escrever relatos de passeios de viagem lendo os textos de outros “moto-escritores”. Alguns possuíam seu próprio blog, mas eu era vidrado mesmo com o fórum.

Depois, com o advento de novas tecnologias, a turma começou a dispersar. Era natural que acontecesse, mas me incomodava não haver um espaço pra registrar os eventos mais importantes.

Procurei fóruns e sites diversos pra publicar minhas histórias. Foi quando resolvi juntá-las todas no meu site e só então percebi que bastava eu ter feito meu próprio blog há muito tempo!