Igrejinha de São Francisco

Igrejinha de São Francisco

novembro 21, 2021 0 Por linhares

Na segunda-feira, feriado de 15 de novembro, aproveitei a estiagem para dar um pulo no Núcleo Rural Casa Grande e visitar esta bonita capela. Devido à distância do centro (cerca de 40 km), apenas os moradores locais costumam visitá-la. Para um passeio de moto, fica perto e eu já estava com esse rolezinho no meu radar. Acontece que pesquisando sobre o Inri Cristo, ilustre morador do N. R. Casa Grande, eu vi uma postagem no Tik Tok em que o auto-intitulado messias andava de moto com uma das inrizetes na garupa!

Pronto! Não tive dúvidas de que este seria o meu destino. Afinal, saí de casa já depois do almoço e não poderia ir longe. A chuva que caiu o final de semana inteiro havia dado uma folga e imaginei que à tarde as poças de lama já estariam menores. O acesso para a igreja é todo asfaltado, mas as outras ruas do bairro são de terra.

O passeio foi bem tranquilo. Cortei pelo Guará, atravessei a linha de trem para a EPVP e depois entrei na EPNB. Um avião passou bem baixo, já em processo de aterrissagem, mas não consegui filmar… Também me chamou a atenção o relevo do bairro Arniqueiras.

No viaduto de samambaia, peguei o acesso para o recanto das Emas na DF-001 que está em obras. Aqui tem uma pista de motocross que eu visitei com a CRF250L há muito tempo atrás. Desta vez, me pareceu que ela foi transformada numa pista de velocross porque não vi as rampas… De qualquer forma, consegui gravar duas motos rodando e serviu de introdução para o vídeo do Youtube.

Dobrei à direita para o núcleo rural e já próximo da igreja, fiz um detour para a direita. A intenção era entrar na rua do Inri Cristo, mas errei a altura e acabe entrando numa anterior. Fui até o final para voltar pela rua dele, mas não tinha acesso direto e precisei entrar mais no bairro. A lama começou a aumentar e vi que estava me aproximando de um acampamento com bandeira vermelha. Tentei a próxima rua à esquerda e consegui voltar para o caminho correto. Passei em frente da propriedade do Inri Cristo e segui para a Igrejinha.

Capela de São Francisco

O local continua belo como antes, mas agora tem uma cerca e o portão estava fechado. Não sei se abre em outros dias. Pelo menos há bancos do lado de fora para as pessoas sentarem para contemplar a paisagem. Consegui tirar algumas fotos e segui para a estrada de terra que desce do bairro para a DF-180. Tirei mais algumas fotos da Igreja neste ângulo lateral, mas não desci a estrada. Quis evitar as poças de lama que aqui estavam maiores! Já deu pra aproveitar este trecho de terra, pois a rua estava com várias pedras que, eu imagino, foram colocadas de propósito para preservar a rua da chuva.

Relembrando outros passeios, a primeira vez que vim aqui de moto foi com meu amigo Augusto em 12 de janeiro de 2014. Nós descemos para a 180 e depois seguimos até uma área da CAESB, cheia de reservatórios de água, que estava em construção. Na época não me atentei, mas desconfio que este local seja próximo da fazenda Ceilânida um ponto histórico do DF que consta dos itinerários da missão Cruls.

Ano passado, na companhia do Murilo e Fabiano, nós passamos por algumas trilhas que ficam no fundo da Igrejinha. Só que o trecho ficou muito travado e resolvemos dar meia-volta. Para tanto, foi preciso rebocar a DR400 de ré por alguns metros! Utilizamos uma corda para tal.

Em 2014 com o parceiro Augusto

Voltando para 2021, eu segui para o balão do Gama e BR-040. Ainda parei para tirar foto de um condomínio que tem uma construção em formato de tenda de índio. Mais adiante gravei imagens de um posto de gasolina que tem um telhado diferentão bem ao estilo “concreto armado” utilizado em Brasília. Por último, dei uma volta em torno da rodoviária de Brasília. No entanto, essas últimas imagens não foram para o vídeo do Youtube. Achei que ia ficar meio demais… e eu tinha conseguido editar a parte da Igreja toda no mesmo dia.

Abraços, Linhares